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Ficha Cadastral
O Conto da Aia
Por: Margaret Atwood
Categoria: Ficção Científica
Editora
Rocco
Publicação
2017
Páginas
368
Idioma
pt
ISBN-13
9788532520661
Preço Médio
R$ 33,50
O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero. Com esta história assustadora, Margaret Atwood leva o leitor a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, o presente. Vencedor do Arthur C. Clarke Award.
Vale a pena ler?
Análise Inteligente da CG.BookStore"O Conto da Aia é um romance distópico que explora um futuro sombrio onde a liberdade é suprimida e as mulheres são oprimidas. Com uma narrativa crua e intensa, o livro apresenta uma crítica à opressão e ao totalitarismo, destacando a importância da resistência e da luta pela liberdade. Escrito por Margaret Atwood, o livro é uma obra-prima da ficção científica que continua a ser relevante e impactante até os dias de hoje."
Perfil do Leitor Recomendado
Este livro é recomendado para leitores que apreciam ficção científica, especialmente aqueles interessados em temas de opressão, liberdade e resistência.
Temas Principais
Análise Expandida da IA
Conteúdo gerado por Inteligência ArtificialContexto Histórico & Inspiração
Margaret Atwood escreveu 'O Conto da Aia' em 1985, inspirada pela atmosfera de medo e opressão que se instalou nos Estados Unidos durante a década de 1980, marcada pela ascensão do conservadorismo e da religiosidade. A obra é uma crítica à ideologia fundamentalista e ao sexismo que se tornou mais visível durante essa época. Além disso, Atwood também foi influenciada pela sua própria experiência de ser uma mulher em um mundo dominado por homens.
Curiosidades Fascinantes
- O título 'O Conto da Aia' é uma referência ao conto de fadas clássico 'A Aia', de Charles Perrault, que foi adaptado em várias obras de arte ao longo da história.
- A obra foi inicialmente rejeitada por vários editores, mas acabou sendo publicada em 1985 e se tornou um best-seller.
- Margaret Atwood foi inspirada pela história da Igreja da Inglaterra e pela forma como ela tratou as mulheres ao longo da história.
Personagens Principais
Conexões & Universo Literário
O livro faz parte de um universo maior, conhecido como 'A Trilogia da República de Gilead', que inclui também 'O Conto da Aia' e 'A Mulher que Leu Demais'. A obra é uma crítica à ideologia fundamentalista e ao sexismo, e é relacionada a outras obras de Margaret Atwood que também abordam temas de opressão e liberdade, como 'A Mulher que Leu Demais' e 'O Aviário'.
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